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2 de Abril de 2020

A escrita e o Judiciário. Como escrever bem?

Ana Paula Pojo, Jornalista
Publicado por Ana Paula Pojo
há 5 anos

Por: Marco Antonio Valencio Torrano

O livro resume como a linguagem jornalística conduz o escritor à exatidão.

No campo do Direito, no qual trabalhamos com a escrita, utilizar as regras gramaticais do livro torna a atividade de escrever superável (ou melhor: prazerosa).

Por isso, compartilho com os colegas o resumo da obra (este: feito pela minha pessoa).

Aliás, qual sujeito processual não gosta de peças bem redigidas?

São inúmeros até os artigos jurídicos que tratam dessa temática.

Um exemplo: "O juiz do RN e o tamanho da petição - o Nobel é nosso!", por Lenio Luiz Streck. Link: http://www.conjur.com.br/2014-abr-17/senso-incomum-juiz-rn-tamanho-peticao-nobel-nosso.

Daí de sempre existir a preocupação em exercitar a escrita.

Importante.

Deixo claro, o resumo não substitui a obra das autoras.

Ao contrário.

A intenção do presente artigo é fazer deste um meio divulgador da referida obra.

Por fim, algumas frases que tive contato durante a leitura:

"O bom, se conciso, é duas vezes bom" (Baltasar Gracián).

"Quem exagera o argumento prejudica a causa" (Friedrich Hegel).

“Ao encontrar um trecho difícil, deixo o livro de lado”. Por quê? “A leitura é forma de felicidade”. Frases de Montaigne (séc. XVI).

“O estilo deve ter três virtudes: clareza, clareza, clareza” (Montaigne).

“Uma palavra posta fora do lugar estraga o pensamento mas bonito” (Voltaire).

Link do resumo:

https://drive.google.com/file/d/0B6AZUoIoT5flb01nRUdTUVhNUHM/view?usp=sharing

Boa leitura, seja do resumo, seja do livro (este: o mais proveitoso).

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